O método
Como fazemos e como conferimos.
A maioria da música de frequências pede que você confie no rótulo. Nós publicamos a medição. Cada sessão passa pelos mesmos quatro passos antes de ser publicada.
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1 — Sintetizar
Geramos a base sonora nós mesmos, ruído colorido a partir de uma inclinação espectral definida ou uma composição ambiente, em vez de costurar loops prontos. Partir de um sinal que controlamos é o que torna o próximo passo possível.
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2 — Analisar
Aplicamos uma Fast Fourier Transform ao master finalizado. Ela mostra exatamente como a energia se distribui pelo espectro: o centroide espectral, a inclinação e como o som evolui do início ao fim.
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3 — Verificar
A medição precisa corresponder ao rótulo antes de qualquer coisa ir ao ar. Uma faixa chamada brown noise tem de cair de fato a cerca de menos 6 dB por oitava. Se os números discordam do nome, ela não sai.
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4 — Publicar
Os números vão na descrição: centroide espectral, desvio evolutivo e a configuração binaural exata. Você não precisa acreditar na nossa palavra: a mesma medição está a uma ferramenta gratuita de distância.
Binaural
Sobre os binaural beats
Usamos uma portadora de 200 Hz com um pequeno diferencial, por exemplo 200 Hz no ouvido esquerdo e 202.5 Hz no direito para um beat delta de 2.5 Hz, e publicamos os valores exatos. A evidência de que binaural beats mudam estados cerebrais é mista, então os tratamos como uma camada sutil e opcional, não como uma garantia.
O que a evidência diz
Verifique qualquer faixa você mesmo
Carregue qualquer áudio num analisador de espectro gratuito e leia a inclinação e o centroide. Essa é toda a ideia: a alegação e a medição devem concordar, nas nossas faixas e nas de qualquer um.
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